Checkup Odontológico

Checkup Odontológico

O Checkup Odontológico é uma visita realizada ao dentista com periodicidade para uma avaliação clínica e radiográfica minuciosa através do exame dos dentes e das gengivas utilizando microscópio e tomografia computadorizada. Esta avaliação garante o seu sorriso saudável e pode evitar tratamentos longos, cirurgias e até a retirada de dentes.

O Checkup Odontológico é uma visita realizada ao dentista com periodicidade para uma avaliação clínica e radiográfica minuciosa através do exame dos dentes e das gengivas utilizando microscópio e tomografia computadorizada. Esta avaliação garante o seu sorriso saudável e pode evitar tratamentos longos, cirurgias e até a retirada de dentes.

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Limpeza (Profilaxia)

A limpeza completa em consultório é realizada com escovas rotatórias com pasta profilática e jatos de bicarbonato de sódio para limpar todas as regiões da estrutura dental e a parte mais interna das gengivas para a prevenção ou remoção de placa bacteriana (biofilme) e tártaro, que ficam aderidos aos dentes e não saem com a higienização caseira. Pode ser necessário também o processo de raspagem com instrumentos específicos (ULTRA-SOM) para garantir a total remoção da placa e do tártaro. Pacientes que possuem inúmeras restaurações, histórico lesões de cáries ou doenças da gengiva são considerados de risco, portanto está indicado uma profilaxia semestral.

Exame Radiográfico

O exame radiográfico completo é realizado com o Raio-X de consultório para verificar se há algum problema “escondido”, como uma cárie entre os dentes (Rx interproximal) ou lesões intraósseas como os cistos associados ou não às raízes (Rx interproximal). Além disso, existem exames complementares realizados em clínicas de radiologia, como as tomografias computadorizadas cone-beam para uma avaliação intra-óssea tridimensional.

A literatura científica relata que a PULPOTOMIA também pode ser um tratamento conservador para PULPITES IRREVERSÍVEIS em dentes permanentes, mesmo com periodontite apical. A possibilidade de se preservar uma polpa vital diagnosticada com pulpite irreversível traz questionamentos a respeito da nomenclatura IRREVERSÍVEL. O termo irreversível implica que a polpa está danificada de forma irreversível, onde a pulpectomia está indicada. Os resultados favoráveis de Ricucci et al. 2019 contestam a legitimidade do critério bem aceito em dentes com polpa saudável.

Tratamento da Polpa Vital

A pulpectomia (tratamento de canal) tem um índice de sucesso elevado (90%), porém recentemente uma pesquisa realizada por Ricucci et al 2019 mostrou que o tratamento conservador em dentes com cárie profunda com polpa viva apresentaram melhores índices de sucesso em relação as pesquisas anteriores: 

Capeamento pulpar 73%, Pulpotomia parcial 96% e Pulpotomia total 78%. 

Portanto, em algumas ocasiões, TRATAMENTO DA POLPA VITAL pode ser uma alternativa de tratamento restaurador conservador.

Cárie Profunda

tratamento de canal

Na Odontologia contemporânea, o tratamento de polpa vital (VPT: Vital Pulp Therapy) é considerado uma modalidade de tratamento ultra-conservadora. 

A literatura científica relata que a PULPOTOMIA também pode ser um tratamento conservador para PULPITES IRREVERSÍVEIS em dentes permanentes, mesmo com periodontite apical. A possibilidade de se preservar uma polpa vital diagnosticada com pulpite irreversível traz questionamentos a respeito da nomenclatura IRREVERSÍVEL. O termo irreversível implica que a polpa está danificada de forma irreversível, onde a pulpectomia está indicada. Os resultados favoráveis de Ricucci et al. 2019 contestam a legitimidade do critério bem aceito em dentes com polpa saudável.

TRATAMENTO EXPECTANTE

O TRATAMENTO EXPECTANTE é um procedimento conservador que consiste na remoção de cárie (dentina infectada) ou fragmento dental (fratura) quando os mesmos não atingirem a polpa, mantendo este dente apenas com uma restauração em resina composta. Nestes casos, deve-se fazer a PROSERVAÇÃO DA RESTAURAÇÃO, somado aos constantes testes térmicos para a avaliação da vitalidade pulpar. Porém, esta opção de tratamento vai depender da extensão do dano causado. 

 

Os dentes obturados e restaurados podem durar a vida toda, porém, devido ao fato de ainda ser possível o aparecimento de cárie ou lesão apical em um dente restaurado ou tratado endodonticamente, uma boa higiene bucal somada a PROSERVAÇÃO do caso clínico se faz necessária, para prevenir problemas futuros.

RETRATAMENTO ENDODÔNTICO

Lesões periapicais persistentes assintomáticas detectadas no acompanhamento de dentes tratados são altamente suspeitas de reabsorções apicais e podem precisar de reintervenção endodôntica, dependendo dos fatores de risco associados ao paciente. 

O Retratamento ou reintervenção é recomendada para reestabelecer a saúde dos tecidos periapicais depois de um tratamento ineficiente ou infecção do dente tratado causado por infiltração via coronária ou apical. A completa remoção do material obturador do sistema de canais radiculares pode ser um desafio com grande consumo do tempo e requer novo acesso a todo sistema de canais radiculares, nova limpeza, desinfecção e finalmente a re-obturação. 

Tecidos necróticos e bactérias, aderidas a guta-percha ou cimento (material obturador) podem ser responsáveis pela inflamação apical ou dor. Bactérias residuais devem ser removidas através da desobturação máxima possível. O objetivo principal da desobturação é cessar o processo infeccioso através da remoção do material, debris e microrganismos causadores da periodontite apical. Muitos movimentos feitos pelos instrumentos atuam na remoção de guta-percha, incluindo limas manuais, instrumentos rotatórios de níquel-titânio e insertos ultrassônicos.

TERAPIA ENDODÔNTICA

O tratamento do canal consiste na retirada do tecido pulpar, inflamado ou infeccionado pela cárie profunda ou com alterações relacionadas a um trauma (recente ou antigo). Antigamente, os dentes com alterações pulpares eram extraídos. Este tratamento possibilita a permanência mais prolongada do elemento dental, porém, o correto passo-a-passo técnico tem grande influência nos resultados. 

A polpa infeccionada ou morta (necrose pulpar), se não for tratada, pode evoluir para uma periodontite apical aguda (inflamação no ápice da raiz), podendo evoluir para o chamado abcesso agudo (acumulo de “pus” no ápice da raiz dentro do osso maxilar ou mandibular) ou ter evolução lenta: abcesso crônico, o qual, poderá reabsorver o osso que circunda o dente, com ausência de sinais e sintomas.

Etapas

Primeiramente, é feita uma abertura da coroa com brocas diamantadas posicionadas em pontos específicos buscando a direção aos canais.

Utilizamos o microscópio operatório e aparelhos de ultra-som para detecção da entrada dos canais,

A polpa infeccionada é removida (pulpectomia), sendo os canais radiculares preparados utilizando limas manuais e rotatórias acionadas por motores elétricos e substâncias químicas para promover uma desinfecção efetiva (eliminando as bactérias presentes no seu interior).

Em seguida, este espaço radicular deve ser preenchido (obturação) com um material biocompatível (guta-percha) em forma de cone afunilado (mesma formatação do canal) para fazer o vedamento dos canais com o auxílio de um cimento apropriado.

Algumas vezes, ao finalizar, um pino de fibra de vidro é colocado no canal para se conseguir maior retenção na restauração da coroa adicionando resina fluida fotopolimerizável para impedir a reinfecção por microrganismos

Se mais de uma visita for necessária, uma restauração temporária deverá ser colocada a fim de proteger o dente no intervalo das sessões.

SESSÃO ÚNICA

A sessão única, sessão prolongada ou consecutiva busca a conclusão do tratamento endodôntico em menor tempo trazendo inúmeras vantagens para o prognóstico e para os pacientes. Quanto menor for o número de sessões, menores chances de infiltração coronária por microorganismos presentes na saliva.

flare-up

Flare-up é a dor e/ou inflamação na área do dente restaurado ou tratado endodônticamente que ocorre dentro de algumas horas ou dias, onde sintomas clínicos (dor de dente ao mastigar ou espontaneamente, edemas intra e extra orais) são fortemente expressos, requerendo consultas de urgência. 

A exacerbação aguda da patologia perirradicular após o início ou ao final do tratamento endodôntico sugere a presença de cistos ou granulomas periapicais. Os fatores associados a esta indesejável condição englobam lesões químicas, mecânicas e microbianas na polpa (tratamento expectante) e tecidos perirradiculares, que são induzidos ou exacerbados durante o tratamento do canal radicular, podendo ser influenciados pelo estado geral de saúde, condição do tecido periodontal apical, sintomas clínicos associados (bruxismo, dores faciais) e medicação intracanal utilizada.

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